Brincar

Na dimensão do Brincar a invenção e construção do brinquedo é, em si, a própria brincadeira, que conta com uma boa dose de criatividade, ludicidade e imaginação.

Uma vara de bambu ou um pé de milho se transformam em um cavalo. Uma lata amarrada em um barbante e temos um carrinho. Algumas madeiras, um castelo. De um pouco de argila, recolhida de uma ribanceira, se faz um boneco.

O Brincar está fortemente vinculado ao uso de materiais encontrados na natureza, às vezes inesperadamente, e que são utilizados para a confecção dos brinquedos. As brincadeiras, que ganham as ruas, as praças e os quintais, exploram o faz de conta, representam o mundo ao redor, dramatizam relações sociais e se tornam descobertas e aprendizado.

Apesar de estar associada ao universo infantil, a dimensão do Brincar tem capacidade de conectar adultos e crianças: os mestres e feitores dos saberes aqui apresentados relatam que aprenderam brincando, com seus pais, avós, tios, familiares. São ensinamentos que marcam famílias inteiras, em suas diferentes gerações. Os brinquedos se tornam símbolos de um saber-fazer capaz de encantar e de revelar a riqueza cultural da região do Vale.

O pião de porunga, brinquedo destacado aqui, atravessa gerações, encantando com seu som e movimento. Benê, que fabrica artesanalmente esse tipo de pião, nos apresenta esse, dentre sua vasta coleção, como peça símbolo para representar o brincar do Vale guardado em sua memória. A irmã de Benê, Fátima, Ditão e dona Maria José, completam o grupo que nos apresenta o Brincar.

Brincar
O Brinquedo e a brincadeira
Brincar
Escorrega no barranco
Brincar
Nuvens e memórias
Brincar
Peteca de taboa
Brincar
Pião de torno
O Brinquedo e a brincadeira
Escorrega no barranco
Nuvens e memórias
Peteca de taboa
Pião de torno
  • Brincar
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Mira
Nascido em Cristina, no sul de Minas Gerais, José Alves de Mira veio morar em Jambeiro na década de 1940. Tropeiro, congadeiro, marceneiro, agricultor, cozinheiro, figureiro, violeiro...
São José dos Campos
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Dona
Maria José
Maria José Oliveira cresceu ao lado de seus outros 14 irmãos, de tios, pais e avós num sítio em bairro rural de Brasópolis-MG.
São José dos Campos
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Dona
Ângela
Folclorista e cientista social, Maria Ângela Savastano foi membro da extinta Comissão Municipal de Folclore de São José dos Campos, idealizadora do Centro de Estudos da Cultura Popular e diretora do Museu do Folclore...
São José dos Campos
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Fátima
Fátima Aparecida dos Santos cresceu em um bairro rural onde sua mãe, dona Lili, importante figureira de São José dos Campos, ensinou-a a arte da modelagem em barro cru...
São José dos Campos
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Nice
da Taboa
Nice de Paula nasceu perto de São Luiz do Paraitinga, em um bairro rural. Há mais de 40 anos, aprendeu com a avó e tias a fazer redes e tapetes de taboa para o uso doméstico.
São Luiz do Paraitinga
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Agostinho
da Paçoca
Agostinho aprendeu com a avó e a mãe a arte de fazer doces, dando sequência a mais de quatro décadas de tradição familiar em Guaratinguetá...
Guaratinguetá
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Benê
Benedito Domingos dos Santos, o Benê, é filho de dona Lili e irmão de Fátima. Cresceu na roça, onde aprendeu, com sua família, a construir seus brinquedos...
São José dos Campos
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Dona
Lili
Maria Benedita dos Santos nasceu em Caçapava no ano de 1919 e aprendeu com a avó a modelar o barro cru ainda na infância...
São José dos Campos
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Ditão
Virgílio
Benedito dos Santos, o Ditão, nasceu e vive até hoje na zona rural de São Luiz do Paraitinga. Cresceu na cultura caipira e aprendeu os saberes e afazeres da roça com sua família...
São Luiz do Paraitinga
Zé Mira
São José dos Campos
Dona Maria José
São José dos Campos
Dona Ângela
São José dos Campos
Fátima
São José dos Campos
Nice da Taboa
São Luiz do Paraitinga
Agostinho da Paçoca
Guaratinguetá
Benê
São José dos Campos
Dona Lili
São José dos Campos
Ditão Virgílio
São Luiz do Paraitinga
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